domingo, abril 12, 2009

Funeral

Ontem fui pela segunda vez na minha vida a um funeral. O primeiro foi há uns 10 anos, quando a minha bisavó morreu, e eu fui ao cemitério por breves momentos. Lembro-me de ter feito questão de lá ir, mais porque queria ver como era do que por qualquer outra razão. Assim, aquilo passou-me um bocado ao lado. Desta vez foi diferente. A minha ligação familiar à pessoa que morreu, marido da irmã do meu avô, é bastante distante e mal o conheci. Mas o que mais me impressionou não foi a morte em si (o caixão aberto na casa mortuária e o ar pesado que lá se sentia ou o caixão a ser colocado no respectivo buraco no chão), foi sim o sofrimento das pessoas. Esse perder alguém que esteve connosco durante toda a vida é algo que nunca senti e que, por isso, tenho alguma dificuldade em perceber.

Desculpem o cliché mas tomem lá a 'Asleep' dos Smiths


5 comentários:

Inês Nogueira de Sousa disse...

pouco ou muito se tem a dizer sobre isto... é estranho mas é assim! senti isso também num funeral de uma tia de um avô ou assim (tal era a atenção, q nao me lembro do grau de parentesco). Mas o que me impressionou foi o desespero de quem fica...
Marca-nos toca-nos!

sara disse...

o que é que a asleep tem a ver com funerais?

jogral do templo disse...

ó sara, eu q n ouvi nem vi a asleep, digo q se é asleep é tipo dormir como na morte, um dormir eterno. e na foto do clip podemos ver um senhor a dormir ou morto.
se calhar a dica da asleep faz sentido a quem n conhece a asleep. q achas?

jogral do templo disse...

olha, uma coisa q tem mto a ver com funerais é o funeral dos arcade fire.

sara disse...

também há a funeral dos pontos negros