sábado, abril 19, 2008

Teatro Aberto

Acabei de vir de lá agora. Quero apenas dizer 3 coisas: gostei imenso (dois defeitos: diálogos, às vezes, difícieis de seguir e demasiado longa - 3 horas com o intervalo), que o Paulo Pires até é um gajo fixe e que a Beatriz Batarda tem uma aura do caraças.

quarta-feira, abril 16, 2008

Sporting Clube de Portugal

«Esforço, Dedicação, Devoção e Glória. Eis o Sporting!»

terça-feira, abril 15, 2008

segunda-feira, abril 14, 2008

I've made many shows for only one person

A frase podia ter sido tirada de uma qualquer música dos National ou dos Silver Jews mas era "arte" exposta no museu Serralves no Porto (lembrei-me de ir buscar isto à arca de recordações). A foto foi tirada pelo meu irmão.

domingo, abril 13, 2008

Teatro (2)

Uma peça, no mínimo, atípica. O cenário é uma loja de cozinha. Não é a peça que se passa numa loja de cozinha, a peça é que foi, literalmente, numa loja de cozinha. Montaram uma plateia no meio da loja e fizeram a peça ali - ainda que patrocionado pela cuturgest (daí teres dito que é no teu local de trabalho, maria del sol). Os diálogos são frases tiradas de livros para quem está a aprender uma nova língua, do tipo: "Hoje está a chover" "A não-sei-quantas disse que hoje está a chover" ou "Nesta foto temos é um corta relvas. No lado esquerdo da máquina está x e no lado direito da máquina estou eu". A peça é falada metade em castelhano (com legendas) metade em inglês e retrata 3 fases da vida de Emily (ou Emilia, antes de ir para londres).

Adorei a peça. Infelizmente, não vos posso aconselhar que já não vão a tempo.

Fiquem com a música dos Zombies chamada «A Rose For Emily», tocada quase 40 anos depois de ter sido lançada:

Teatro

Vou ali ver a «Emily» e já venho.

quarta-feira, abril 09, 2008

Sonhos

A meio da noite, 5:35, acordei meio sobressaltado com um sonho. Como diria, o outro: I just got back from a dream attack / That took me by surprise. E fui, de facto, apanhado de surpresa pelo quanto parecia real. Acordei incrivelmente triste com o raio do sonho. Não sei se terá sido um pesadelo a 100% porque certos aspectos seriam "reconfortantes". Já passou o choque inicial mas, como diria o mesmo: it's a world I can't ignore.

Ainda com esta inesperada situação vou manter a minha ideia de ontem à noite e sair à rua com a banda sonora do High Fidelity no discman. Principalmente por causa da Most of the Time do Bob Dylan.

terça-feira, abril 08, 2008

Razão versus Emoção

segunda-feira, abril 07, 2008

Ritmo

Haverá melhor álbum para ouvir à noite, com o chão da rua molhado enquanto se faz percursão com duas pilhas gastas? Não me parece.

Buddy Holly

A primeira vez que soube da sua existência foi quando o meu tio disse que os meus óculos pareciam os do Buddy Holly (ainda que nada tenham a ver). Dizia-me o meu tio, que o BH tinha sido a primeira estrela rock com sucesso mundial - até antes o Elvis (na verdade são da mesma altura). Mas só um ano e meio depois disso é que me apercebi que este gajo vale. O Buddy Holly e a sua banda, os the Crickets, foram os Beatles dos 50's (pequena hipérbole), caramba. Não é coisa para ouvir todos os dias - ao contrário dos Beatles - mas é muito bom.

sábado, abril 05, 2008

Carteira

Toda a gente tem aqueles papéis estúpidos na carteira. Há quem tenha papéis sobre astrólogos e bruxaria (também tenho). Mas duvido que alguém tenha algo tão bom quanto um panfleto a anunciar a Comissão de apoio à candidatura do Garcia Pereira à presidência da república de há 2 anos e meio. Porque é que guardei isto? Provavelmente pelo gozo. Há coisa de meio ano, despachei alguns dos papéis da carteira e voltei a vê-lo mas deixei na carteira para mostrar a um amigo meu. Depois, esqueci-me dele outra vez. Escusado será dizer que vai voltar para a carteira, à espera de ser encontrado novamente.

sexta-feira, abril 04, 2008

Bolso de trás

Descobri hoje esta preciosidade no bolso de trás das calças.

Amanhã revelo um dos objectos que descobri na minha carteira. Posso adiantar que é de Outubro de 2005.

quinta-feira, abril 03, 2008

Estranho

Estranho dia este em que se vê a lua de dia e de noite não há como a encontrar.

quarta-feira, abril 02, 2008

Milhouse Van Houten


Hoje disseram-me: "Fazes-me lembrar o Milhouse. Por causa dos óculos e do cabelo."

E agora reparem nestas caracterizações do wikipedia: "poor social skills"; "the sad weird kid". E também ele tem uma "hopeless crush". Como diriam os ingleses, I rest my case.

terça-feira, abril 01, 2008

a/c

E por falar em a/c, tenho ideia que foi por causa desta cena que eu fiquei a saber que a/c queria dizer "ao cuidado de". Que seja esse o legado do Telmo.


segunda-feira, março 31, 2008

In between (a/c A e S)

«Looks like freedom but it feels like death
It's something in between, I guess»

Leonard Cohen - Closing Time

domingo, março 30, 2008

The Old Game

«I came up with a new game-show idea recently. It's called The Old Game. You got three old guys with loaded guns onstage. They look back at their lives, see who they were, what they accomplished, how close they came to realizing their dreams. The winner is the one who doesn't blow his brains out. He gets a refrigerator.»

Confessions of a Dangerous Mind [2002]

Hoje tive por aqui

(foto tirada no verão)

E andei de bicicleta. Já não andava de bicicleta há mais de 6 meses. Soube bem, foram 45 minutos bem passados, e deu para ver que estou em baixo de forma (isto de não fazer desporto regularmente há 2 anos tem que se lhe diga). De resto, está tudo na mesma.

sábado, março 29, 2008

E hoje

Depois do anúncio da sua presença em palcos nacionais e a estreia do filme "I'm not there" (que prova que traduzir à letra os nomes dos filmes para português, muitas vezes, não é grande ideia) hoje vou andar a ouvir o mestre.

15:56: Olha, parece que vou ver o filme hoje à tarde. E sou feliz. Cinematograficamente.

terça-feira, março 25, 2008

Hoje ouve-se

Ouvi dizer que dá bons concertos. Ao contrário do mestre dylan que parece que já deixou de os dar (ainda que continue em forma, como prova o último álbum). Vão estar os dois no Alive mas duvido muito que tenha dinheiro para sequer ter oportunidade de ficar indeciso.

The Threshold

É a melhor música do ano? É. Mas não precisas de ouvir mais coisas antes de fazer tal afirmação? Não. Será, então, a melhor música dos últimos anos? Talvez. A música chama-se My Pillow is the Threshold e é perfeita. E é a minha mais recente obsessão, caso não tenham percebido. A voz do Berman, a parte instrumental mas, principalmente, a letra (que, infelizmente, ainda não está em nenhum site de letras). Diz ele: the pillow that i dream on is the threshold of a kingdom, is the threshold of a world where i'm with you. E é absolutamente verdade. Mais à frente diz: the pillow that i dream on leads to some fantastic glory, is the threshold of a world i can't ignore. O uso da palavra threshold nestas duas frases é, só por si, belíssimo, mas é nesta pequena frase que reside, para mim, a beleza da canção. Sonhamos com quem queremos estar mas quando acordamos, não podemos ignorar que sonhámos com isso.


domingo, março 23, 2008

Cansaço (5)

O meu regresso pede outro regresso, o dos post sobre o cansaço, que iniciei a propósito do poema do Álvaro de Campos:

I'm so tired I don't know what to do
I'm so tired my mind is set on you


quinta-feira, março 20, 2008

Férias

Vou hoje à noite para terra do meu pai, visitar a minha avó. Só devo voltar no domingo. Até lá.

quarta-feira, março 19, 2008

I am still right here

I just wanna say
I haven't been away
I am still right here
Where I always was
So one day, if you're bored
By all means call me
Because you can do
(Only if you want to)


terça-feira, março 18, 2008

Tokio Hotel e o cancelamento

Há três grandes vídeos no YouTube sobre este acontecimento. Um da sic notícias, outro da sic e outro de um trio que foi para lá gozar. Os dois primeiros não são iguais e podemos ver as mesmas pessoas em momentos diferentes. Uma que insiste em dizer: "Bill, as melhoras, meu" (ontem à noite eu e o meu irmão a ver o vídeo da sic notícias onde mal se ouve ela a dizer isto, tivemos de ouvir essa parte umas 10 vezes porque eu não queria acreditar que ela dizia realmente isso e sempre que chegava a essa parte partia-me a rir 2 segundos antes). Outra que diz: "Eu não quero saber do concerto, eu quero é saber que um dos meus artistas preferidos está mal, e eu 'tou preocupada com isso". Outra que diz: "Eu, por acaso, não sou doida não dormi cá mas houve crianças que cá dormiram e para mim isto foi uma falta de respeito." "E você veio para cá a que horas?" "Eu por acaso 'tou aqui desde o meio dia". Por fim, no grupo a gozar, que tem momentos interessantes, mas noutros parecem que também eles são um bocado parvos, gostaria de destacar: "Será que já fizeram a 4ª classe? [Pausa] O pai já deve ter feito." E o momento National Geografic, no final.

Quem quer ser milionário?

«Quem foi o vocalista da banda inglesa "The Smiths"?


- Shane MacGowan
- Frank Black
- Steven Morrissey
- Damon Albarn»


Ainda sobre o Quem Quer Ser Milionário? eu e o meu irmão temos uma técnica que nunca vimos ninguém usar. Suponham que não sabem a resposta a uma pergunta mas sabem que uma delas não é de certeza. Porque não pedir a ajuda do público e pedir a toda a gente que não sabe a resposta que vote nessa e quem sabe, responda certo? Nunca vi ninguém fazer isso, será que não podem?

segunda-feira, março 17, 2008

Juro que sou parvo (2)

Vamos cantando e rindo, alegremente.
Constatamos: borramos o mindinho.
É insignificante o preço para que nos aprovem o caminho.

Vamos cantando e rindo. Alegremente
deixando que a merda nos chegue ao umbigo.
Não há perigo, não há perigo — estão aqui muitos comigo.

Vamos cantando e rindo, e eu acho isso lindo.
Vamos cantando e rindo, e eu acho isso tão lindo.

Vamos cantando e rindo. Alegremente
deixando que a merda nos chegue aos ouvidos.
E é impressionante… Como é que eu ainda respiro?

Vamos cantando e rindo. Alegremente
enterrados na merda que nos impingem.
É o nosso destino. Não se contraria o destino…

Vamos cantando e rindo, e eu acho isso lindo.
Vamos cantando e rindo, e eu acho isso tão lindo.

E ainda cantamos. E ainda cá estamos.
E ainda servimos por mais alguns anos.

E ainda cantamos. E ainda nos rimos.
E ainda ficamos por mais alguns anos.

Nuno Prata - Alegremente cantando e rindo vamos

Juro que sou parvo

Viram um parvo excessivamente agasalhado numa noite de algum calor a cantar - talvez até dançar - Silver Jews alegremente pela rua? Era eu.

Juro que tava sol

Viram um parvo de t-shirt num dia frio e chuvoso como o de hoje? Era eu.

sábado, março 15, 2008

David Berman

Pitchfork: Did you ever really try to kill yourself?

Berman: Yes.

Pitchfork: Is staying busy the key to happiness?

Berman: It can stave off unhappiness. Which may be the stopgap solution until you get some internal joy going inside you.

Pitchfork: Can you give us a lesson?

Berman: I would like to turn it into a mitzvah-- be useful, maybe to a reader in trouble. Somehow. Not about drugs, about how to be strong in the face of trouble. So I gotta draw up some lessons. But in the meantime, know this: Even if there is only a one in a million chance, you better respect that chance.

sexta-feira, março 14, 2008

Para quem achou a anterior foleira

Convenço-te assim?

quinta-feira, março 13, 2008

While looking "up front"

«I don't say that I blame her
People don't know what they want

If you spend your life looking behind you
You don't see what's up front

Was there anything I could do?»

Em pouco mais de 15 segundos, uma afirmação verdadeira, uma constatação e a one million dollar question. E, por incrível que pareça, ainda consegue soar muito bem. Só lhes falta terem bom aspecto. Enfim, não se pode ter tudo.


Ontem à noite


Uma das cenas:


E, não, não é o típico teen-film indie

terça-feira, março 11, 2008

Choque

segunda-feira, março 10, 2008

Ocupações

Tanta coisa para fazer, tão pouco tempo. Nem me lembro da última vez que isto me aconteceu.

domingo, março 09, 2008

Not for me II

And I can't stand to see you
I can't stand to see you
when you're crying at home



(uma das minhas músicas preferidas dos Silver Jews, e que tem frases bem melhores, oiçam)

sábado, março 08, 2008

Don't Act Normal II

Ainda sobre ontem à noite, comprámos duas caixas de pastilhas Golfi Gum na "Tasca dos Leais" só pelo gozo de serem as piores pastilhas de sempre e, mesmo assim, faltam-nos duas partes (3 e 5) do puzzle para participarmos num concurso que acabou em 2005.

Not for me

I like it when you cry, because it means you have to wear your glasses. No, actually I don't like it when you cry. I find it horrible. Especially when it's not for me.

Science of Sleep

Ontem à noite no cinema e hoje à tarde em DVD


quinta-feira, março 06, 2008

Don't Act Normal

"Vais à casa de banho? Pera aí que eu também vou!"

[vira-se para mim]

"Ele não pode levantar pesos"

quarta-feira, março 05, 2008

Act Normal

I like to pretend I'm alone. Completely alone. Maybe post-apocalypse or plague... Whatever. No-one left to act normal for. No need to hide who I really am. It would be... freeing.

Dexter - Episódio V

terça-feira, março 04, 2008

Juno

Gostei imenso. Mas a verdade é que sinto que deitou por terra todas as pequenas vitórias dos últimos 2, 3, 4, ou mais, meses. Até o Tanglewood Numbers já me soa ao que é suposto soar.

domingo, março 02, 2008

Em dia de derby

Eu sempre fui fã confesso do "The Boy With the Arab Strap".

sábado, março 01, 2008

Ontem à noite

E foi só porque sim.

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Banda Sonora

De hoje e dos últimos dias. Dois álbuns muito emotivos, cada um à sua maneira.

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Sonhos

Hoje começamos a aula de inglês a falar de sonhos. Disse que os meus sonhos são geralmente com pessoas que não vejo há muito tempo e/ou com quem nunca falei mais que uma ou duas vezes. O meu professor responde-me, em tom de gozo, que tenho medo da intimidade. E eu fico a pensar naquilo.

Lembro-me, em traços muito gerais, do sonho da noite passada - não se incluí na categoria acima referida - apesar de ter sido acordado a meio pelo meu pai. Felizmente, o resto não me interessava.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

I know that a lot of what I say has been lifted off of men's room walls.
Maybe I've crossed the wrong rivers and walked down all the wrong halls.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

I dedicate this song to you / For all the desperate things you made me do

Chego a casa, duas conversas no msn (obrigado, Rita e Chico B.) anunciam a mesma coisa: (The) Magnetic Fields em Portugal. Depois de ter visto o Morrissey em Paredes de Coura, em 2006, vou finalmente ver outro dos meus heróis: Stephin Merritt. Não trocava nenhuma banda ou artista por eles. Se eles tocarem certas músicas, não vou sequer tentar conter as lágrimas.







Post-Scriptum: Estou capaz de chorar. Desde que os conheço que eles me dizem tanto. Até ao concerto vou, pelo menos,uma vez por semana, falar deles aqui. Acho que não tou a gozar. Este anúncio veio numa altura em que me sentia especialmente em baixo.

Post-Post-Scriptum: Retirado por arrependimento. Demasiado pessoal.

sábado, fevereiro 23, 2008

Deep in my heart

Deep in my heart I wish I was wrong
But deep in my heart I know I am not

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Pirataria

Aluno: Professora, porque é que não disponibiliza os slides das aulas na página da cadeira?
Professora: Porque tenho aqui imagens que estou a usar sem autorização.

Curiosamente, a aula era da cadeira de evolução.

Time keeps wearing

De todas as músicas que prometem este mundo e o outro ou que choram lealdade para a eternidade, a When You're Old and Lonely dos Magnetic Fields é, para mim, a mais definitiva.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Perfeição



when you're old and lonely
you will wish you'd married me
I could build a fire for you
and bring you cakes and tea

when you're cold and hungry
I'll be waiting by the phone
you can call me up and tell me
how you're all alone, all alone

when you're old and lonely
and the rush of life is past
days go by too slowly
and the years go by too fast

when your golden loneliness
is heavier than stone
you can call me up and say:
"my god, I'm all alone, all alone"

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

O monstro precisa de amigos - partes 2 e 3

Morrissey - November Spawned A Monster


Flight of the Conchords - Albi (the racist dragon)

Imagens

Tal como o ex-jogador do Sporting, Beto, também eu tenho uma imagem de um rapaz e uma rapariga cravadas no peito. E se o Pedro Mexia disse: "Trago algumas frases ouvidas como se fossem uma tatuagem. Assim que acordo vejo-as gravadas na minha carne." eu - pelo menos hoje - diria que "trago certas imagens como se fossem uma tatuagem. Pouco antes de me deitar vejo-as gravadas na minha carne."

Another man, he takes her hand
A smile lights up her face

terça-feira, fevereiro 19, 2008

O monstro precisa de amigos

Tenho 3 amigos na faculdade e pouco mais de 10 "amigos" e "amigas" - aquelas pessoas que a dizemos serem amigos/amigas mas com quem não temos grandes intimidades, só algumas conversas sobre a faculdade, ainda que os/as veja quase todos os dias. Nas ultimas três semanas, dos 3, dois arranjaram namorada, e dos 10, um e uma começaram a namorar (sendo que nesses 10, já havia um casal). Afinal o que é que se passa com este pessoal? É uma sensação muito estranha ver, de repente, todos acompanhos. E tu? - perguntam vocês; Eu vi, mas não agarrei.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

11 de Maio @ Aula Magna

A banda que deu um dos melhores concertos do ano passado no Sudoeste, está de volta. As expectativas são... epá, sei lá. Foda-se, estou feliz.

sábado, fevereiro 16, 2008

No gira-discos está agora a tocar

Repeat

Se hoje na rua alguém me perguntasse qual era a minha música favorita de sempre eu era capaz de, num impulso, dizer que era esta.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Flor de estufa (2)

The closed environment of a greenhouse has its own unique requirements, compared with outdoor production. Pests and diseases, and extremes of heat and humidity, have to be controlled.

Flor de estufa

A minha mãe sempre disse que sou uma «flor de estufa».

Noite

A noite passada, quando vinha à noite para casa, as ruas estavam especialmente vazias. Ou então era eu que me sentia demasiado vazio.

Supemercado

Duas coisas:

- tenho a mania que sou um mestre na arte de conduzir os carrinhos de supermercado.

- o meu irmão decidiu cantar isto quando estavamos no supermercado e ficou-me na cabeça. Por alguma razão sei a música de cor:


The Outsider Looking In

I dream. I dream I'm floating on the surface of my own life. Watching it unfold. Observing it. I'm the outsider looking in.

Dexter - Episódio II

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Silver Jews - Estado Civil

O Pedro Mexia postou uma foto do vocalista dos Silver Jews com o título: Friend of a friend. Uma clara referência a este blog.

Silver Jews (2)

I'd crawl over fifty yards of broken
Glass just to hold on your hand.

Ontem vi

E não achei nada de especial.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Kanye West - Hey Mama

A mãe do Kanye West morreu em Novembro. No primeiro concerto depois da sua morte, em Paris, começou a chorar e não conseguiu cantar a música "Hey Mamma", que tinha sido composta para o álbum Late Registration, quando esta ainda era viva. Ontem, nos Grammys, prestou-lhe homenagem.


Forrest Gump mama said, life is like a box of chocolates
My mama told me go to school, get your doctorate
Somethin to fall back on, you could profit with
But still supported me when I did the opposite
Now I feel like it’s things I gotta get
Things I gotta do, just to prove to you
You was getting through, can the choir please
Give me a verse of “You, Are So Beautiful To Me”
Can’t you see, you’re like a book of poetry
Maya Angelou, Nicky Giovanni, turn one page and there’s my mommy

Séries

Amanhã - segunda, dia 11 - estreia a quarta temporada do House. A semana passada começou a série Dexter. Todos os domingos, desde há algum tempo a esta parte, vejo uma série chamada Studio 60 in the Sunset Strip na FX. O Lost recomeçou há duas semanas e meia nos EUA, já vi o primeiro episódio e o segundo já está sacado. Isto para não falar daquelas séries que vejo sempre que apanho a dar na Radical ou na Fox. Não há nada como boa televisão.

sábado, fevereiro 09, 2008

Cansaço (4)

Inspirado pelo blog Minimalismo Exacerbado aqui fica Lost Cause, do Beck. Acho que toda a gente conhece esta.

I'm tired of fighting
I'm tired of fighting
Fighting for a lost cause

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Cansaço (3)

Acho que ando a ver coisas. Deve ser do já referido cansaço.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Silver Jews

Passei o dia todo com esta música, com o sugestivo nome de "I'm Getting Back Into Getting Back Into You", na cabeça. E na parte em que ele diz, com a sua voz rouca e pesada: I must've been crazy to let you get away like you did, não consigo deixar de concordar.


Cansaço (2)

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Cansaço

Para não dizerem que eu não gosto do Álvaro de Campos.

O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos

E, sim, sinto-me assim, cansado.

Alguém quer falar contigo

Quando verificava o dinheiro no porta-moedas, as moedas caíram-me das mãos vezes sem conta, pelo que a minha mãe disse: "alguém quer falar contigo". Acho que é escusado continuar o post.

terça-feira, fevereiro 05, 2008

In America,
The land of the free, they said,
And of opportunity,
in a just and a truthful way.
But where the president,
is never black,
female or gay,
and until that day,
you've got nothing to say to me

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

You might sleep but you will never dream

A música "Jack the Ripper" não foi a única música que o Morrissey escreveu sobre assassínos famosos. Sobre um casal que raptou e matou 3 crianças e dois adolescentes nos anos 60, em Manchester, escreveu Suffer Little Children para o primeiro álbum dos Smiths - foi, aliás, a primeira letra que o Morrissey entregou ao Johnny Marr. Acho que este caso o perturbou bastante, provavelmente por nesta altura ele próprio ser uma criança em Manchester. Desde que conheço a história da música - há apenas uns meses, muito depois de a conhecer - que esta música me dá arrepios. Mas foi também desde essa altura que passei a gostar muito mais desta música. A história é simples. Este casal, conhecido como os Moors Murders, eram Ian Brady e Myra Hindley. Matavam as crianças e enterravam-nas em "shallow graves". Uma delas não foi ainda encontrada. Só foram presos porque o marido da irmã de Myra asistiu a um dos assassinios - Ian queria juntá-lo ao grupo - e foi à polícia. Foram condenados a prisão perpétua onde ele ainda se encontra e onde ela morreu. Se lerem a história no wikipédia - que está altamente perturbadora - e depois forem ouvir a música perceberão o quão boa ela é. Aquele riso final até mete medo. Se quiserem ler mais sobre esta canção podem ler aqui, uma página da wikipédia dedicada à música. Gosto principalmente da parte que diz: "When the grandfather of one of the victims, John Kilbride, heard the song playing on a pub jukebox he became furious at what he felt was cynical profiteering from the horrific murders. He sought legal action to suppress the record, but later stopped after talking to Morrissey and realizing the sincerity of the lyrics."



E a verdade é que os Smiths foram únicos também por estas referências.

domingo, fevereiro 03, 2008

Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela,
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela.
Tenho uma grande distracção animada.
Quando desejo encontrá-la
Quase que prefiro não a encontrar,
Para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero. Quero só Pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar.


Alberto Caeiro

Hoje


"Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
À te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas"

sábado, fevereiro 02, 2008

Cinema

Karts

Hoje fui andar de karts e fiquei com uma pequena bolha mesmo na linha da vida da palma da mão esquerda. Tinha pensado em fazer uma piada e dizer que iria beber actimel intensivamente dos 45 aos 50 anos, mas não me lembrei de nenhuma maneira engraçada de pôr a questão. Além disso, já quase desapareceu.

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Ontem à noite (2)

Ontem à noite andei pelas ruas a ouvir a música Jack the Ripper do Morrissey. É uma música altamente perturbadora e que, por alguma razão, me deixa sempre incrivelmente triste. Mas é belíssima.

Oh, you look so tired
Mouth slack and wide
Ill-housed and ill-advised
Your face is as mean
As your life has been


Ontem à noite

Ontem à noite recebi uma mensagem de um número desconhecido a dizer "olá". Fiz a pergunta óbvia: "Quem és?". Ao que me responderam: "Peço desculpa, foi engano, mas já agora com quem falo?". Isto há cada um.

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Estar só

Ainda sobre o saber estar sozinho dizia o Miguel Esteves Cardoso, num documentário sobre os portugueses, que não se incute, nas escolas e em casa, o gosto pela leitura. Mas devia, porque gostar de ler é não precisar dos outros. E por leitura, diz ele, não se refere aos clássicos mas a tudo o que tenha letras. Pode ser quadradinhos. Assim, podemos estar a ler um livro que já não nos sentimos sós. Há algum exagero nisto, mas, no geral, é verdade.

Diferenças

"I may not have a lot to give but what I got I'll give to you" - The Beatles - Can't Buy Me Love

"I don't have much in my life but take it - it's yours" - The Smiths - Unloveable

A aparente pequena diferença entre as frases, entre o "eu dou-te" e o "é teu", é, na verdade, uma grande diferença.

terça-feira, janeiro 29, 2008

Nos últimos dias (2)

Nos últimos dias tem havido uma série de confirmações de bandas que vão actuar em Portugal. Bandas e artistas, na maior parte dos casos, interessantes. Ainda assim, a felicidade que sinto não é, por enquanto, de ir ver sicrano ou beltrano ao vivo, é antes que inevitavelmente te vou voltar a ver.

Nos últimos dias

Nos últimos dias, um dos meus bons amigos começou a namorar com uma rapariga por quem eu nunca tinha reparado que ele tinha mostrado interesse. Até aqui tudo bem, o problema é que já me tinha parecido que ele, nos últimos 2 meses, já tinha estado interessado noutra, e não nesta, e já me tinha falado numa de Leiria. Além disso saiu há uns 2/3 meses de uma relação de 4 anos. Não estou aqui fazer juízos de valor, até porque não sei o que vai na cabeça dele, falo neste caso porque mais uma vez vejo a facilidade com que as pessoas se apaixonam. E fico sempre com a sensação de que as pessoas só querem ter alguém, não sabem estar sozinhas. Ou então que gostam de pessoas no geral e que, por isso, se apaixonam facilmente por elas. O que é óptimo, claro, mas não serve a toda a gente. Como se diz numa música dos Love:

Yeah, I heard a funny thing
Somebody said to me
You know that I could be in love with almost everyone
I think that people are
The greatest fun
And I will be alone again tonight, my dear

domingo, janeiro 27, 2008

Recomenda-se

Acabei ontem à noite. Gostei imenso, imenso.

Post-Scriptum: Até hoje só chorei com dois livros, o De Profundis do Oscar Wilde e agora este. Acho que isso diz muito.

Sporting + Morrissey = :)

O Sporting a dar 2-0 ao FC Porto ao intervalo e já me sinto melhor. Altura ideal para levar uma injecção de confiança (adoro quando o Morrissey está seguro de si, é mesmo inspirador):


Comentários

Não permiti comentários ao post anterior, nem a este, simplesmente porque:

Don't you dare disturb me
While I'm balancing my past
Because you can't help or hurt me
Like it already has

sábado, janeiro 26, 2008

Tristeza

A tristeza consome-me à medida que a tarde passa. De 0 a 10, estou já no 69 Love Songs.

E as lágrimas nunca demoram a aparecer quando oiço a frase:

Well you may not be beautiful
but it's not for me to judge
I don't know if you're beautiful
because I love you too much

E depois lembro-me de ouvir a Busby Berkeley dreams, do CD 3:

I haven't seen you in ages,
but it's not as bleak as it seems.
We still dance on whirling stages
in my Busby Berkeley dreams.

E agora já ninguém me pára, já não acredito no sol.

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Hoje quero "barulho"

Sob a forma da minha música favorita dos Nirvana, por exemplo:

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Hoje (2)

But while I am lying here
Trying to fight the tears
I'll prove to the crowd that I come out stronger
Though I think I might lie here a little longer

Hoje

Já era tarde e eu ainda estava na cama. Estava a pensar que tinha de mudar de vida, de estudar mais e tornar-me mais responsável. Em vez disso, ajustei o edredão, que teimosamente insistia em sair do sítio, e aconcheguei-me na cama. Fica para outro dia.

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Blogs

Nos últimos dois ou três dias, (quase) todos os blogs que visito têm um post sobre um filme qualquer. Até o blog da radar, que supostamente é só sobre música, refere um filme. Mas uma coisa vos garanto, durante pelo menos uma semana, isso não vai acontecer neste blog.

terça-feira, janeiro 22, 2008

the unclean spirit entered

Quando estava no 9º ano - se não me engano -, numa das última aulas de inglês do ano, a minha professora pediu-nos que levássemos para a aula uma música que tivesse uma letra de que gostássemos. Eu levei a Jeremy dos Pearl Jam, não percebendo, até hoje, a ironia da coisa. É que a música é sobre um puto que levou uma arma para a escola, matou uns colegas e de seguida, suicidou-se. Conhecia a história e foi por ela que levei a música, não queria cá cantigas de amor foleiras. Felizmente, não fui um dos que foi para a frente da turma apresentar a música. É que alguém podia perceber este segundo sentido e isso era chato. Dirão que a letra da música fala mais sobre a relação com os pais mas, a verdade, é que foi os colegas que ele matou.
Será que haveria, subconscientemente, um sentimento de revolta – não tão grande, obviamente, e muito menos esta tendência suicida mas qualquer coisa - para com eles? Penso que não, mas não posso jurar. Talvez uma procura de espaço ou uma vontade de afirmação pessoal.



Continuo a gostar da música e do vídeo. Mas, agora que revi o vídeo, faz-me confusão estar-me a comparar com o puto. Enfim, vocês percebem a ideia.

domingo, janeiro 20, 2008

Discos Voadores


Ontem tive um jantar e depois fomos ao bar Incógnito. Devo confessar que, ainda que tivesse visto no blog Sound + Vision, não me lembrava que nesse dia estaria o Nuno Galopim a passar música. Chegamos há uma da manhã, e ele ainda estava a aquecer passando coisas estranhas demais para mim. Deu-se depois uma quebra naquilo que estava a passar e o ambiente aqueceu quando se começaram a a ouvir os primeiros segundos da Daft Punk Is Playing In My House. Segui-se a Apartment Story dos National (que eu cantei para dentro e não só), suponho que um pouco pela frase: "so worry not / all things are well / we’ll be alright / we have our looks and perfume on". Veio então uma música que pareceu interessante a mim e a um amigo meu. Ele foi lá perguntar o que era - era Cinematics - e eu aproveitei para lhe pedir para perguntar ao Nuno Galopim se ele ia passar Magnetic Fields. Ele riu-se imenso, claro, e disse que não era bem o estilo que estava a passar - mais à frente percebi o porquê de ele ter dito isso com bandas como Interpol (para grande entusiasmo de um gajo com uma t-shirt dos Joy Divion que estava atrás de mim), The Gossip, Editores, White Stripes e Ranconteurs, Dirty Pretty Things ou Okkervil River (lista completa aqui) - e fez um gesto com as mãos muito interessante. Lá no meio estava eu a rir-me (sei perfeitamente que ele é fã dos Magnetic Fields) e, não que isso interesse muito mas, pareceu-me que ele percebeu que essa pergunta do meu amigo vinha da minha parte mas é difícil de dizer que ele é estrábico.

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Desta estatística percebo eu

Muitas vezes, ainda escolho as ruas por onde ando - e o lado em que me desloco - em função da probabilidade de te encontrar. Escusado será dizer, que escolho sempre aquelas em que a probabilidade é maior.

A única diferença é que, agora, digo isto com um sorriso na cara.




A vida passa e era bom saber
Que estás em forma e feliz

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Ridículo

Ridículo é ainda não ter cortado o cabelo para poder manter a opção de me mascarar de Morrissey, fase Smiths, em aberto. Passos:

1) Cortava o cabelo como ele. Como tenho uma máquina de cortar cabelo em casa isso não é problema.

2) Os óculos já os tenho parecidos.

3) Uma camisa larga ou uma t-shirt dos Smiths (que tenho, ainda que tenha as letras que dizem "The Smiths" em Times New Roman. Não sei onde é que tinha a cabeça, mas enfim).

4) Umas calças de ganga com flores amarelas no bolso de trás.

E lá ia eu.

Mas por enquanto vou mas é deixar-me de parvoíces e vou estudar que tenho exame na sexta.

Hoje vou com este

Antes de sair, faço a escolha do CD que vou levar no meu fiel companheiro discman. Hoje vou com este. Há um mês que este álbum revelou-se melhor que em todas as 91491453 vezes anteriores que o tinha ouvido. Não faço a mínima ideia porquê.

Post-Scriptum: Acho que não deixei bem claro que já adorava este álbum antes. Eu acho que os Smiths nunca falharam, mas, para além disso, este já era o meu segundo álbum preferido deles. A diferença é que ouvi-o de forma diferente. Está empatado com o primeiro álbum em termos de preferência, agora. Acho que nunca o tinha ouvido com 100% de atenção nos meus Pioneer SEDJ5000 DJ Headphones. Já tinha feito as duas coisas separadamente mas talvez nunca tivesse feito as duas coisas. Ou então é a minha, relativamente recente, obsessão pelo som do baixo.

terça-feira, janeiro 15, 2008

É por estas e por outras

Para justificar porem estatística no curso de biologia metem o prefixo bio. Ficamos assim com "bioestatística" que até parece importante. Para justificar porem o prefixo bio, fazem uns quantos problemas com ratos e borboletas em vez de bolas, cadeiras e pessoas. E como esta, outras cadeiras há que não fazem sentido. Álgebra, análise e física são cadeiras de engenheira, pá. Aposto que esses engenheiros e os matemáticos não têm biologia nos cursos deles. Malandros.