terça-feira, janeiro 30, 2007

Leis

Enquanto no programa "Prós e Contras" se discute a lei do aborto, o meu primo, de 11 anos, tem outra lei em mente, reparem no nick dele do msn: "kem me dera k fosse iventada uma lei k dicesse k as escolas paravam de existir". Belos tempos em que as únicas preocupações de uma pessoa eram estas.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Não sei se já repararam nisto:





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Basicamente são os álbuns de 2007 que já ouvi mais que uma vez. A nota é a minha nota aos álbuns, não vou fazer críticas aos álbuns pois não sou bom nisso. Por essa razão, os links levam-vos para a crítica do all music ao respectivo álbum ou, no caso de não estarem no all music, para outro site adequado. Os álbuns que não tiverem nota são os albuns que ainda não foram ouvidos com suficiente atenção para serem avaliados. Por fim, os que não tiverem link é porque ainda não têm crítica no all music mas terão em breve. Algum comentário a alguma nota ou álbum pode ser feito em qualquer post. Esta secção vai ser actualizada com alguma frequencia por isso estejam atentos.

sábado, janeiro 27, 2007

Little Miss Sunshine

Só vi hoje o filme, ainda que tenha estreado há meses, e gostei muito. Os Óscares estavam a precisar que um filme independente e simples como este fosse nomeado, ainda bem que foi. Ainda por cima é uma comédia, é deveras estranho. Claro que não ganha mas fico feliz por, pelo menos, ter sido nomeado, merece.

Como? Não estou a refilar com nada? Pronto, está bem. Havia uma mulher ao meu lado esquerdo que, no início do filme, volta e meia mandava comentários para outra senhora e, para além disso, ria-se de uma forma irritante, tendo passado toda a cena final da miúda a rir altíssimo.
Já sei, já sei, o texto está muito presunçoso.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Jantares da facudade (mas que depois acaba a ser sobre a minha geração porque estou a ouvir JP Simões)

Há uma coisa que me irrita profundamente nos jantares que tenho com os meus amigos da faculdade e, supondo que isto é geral e tendo eu um jantar com amigos da faculdade hoje, decidi partilhar com vocês a minha angústia.

Todos nós conhecemos a celebre cantiga "e se o "introduzir nome da pessoa visada" quer ser cá da malta tem de beber este copo até ao fim, até ao fim, e vai a cima, etc.", o que se calhar alguns de vocês nunca tiveram a oportunidade de experimentar é ouvir esta música cantada cinco vezes em um minuto. Mas eu já e acreditem no que eu vos digo, irrita, e muito. Qual é o sentido das pessoas cantarem e quando a pessoa vai a meio do copinho, já está tudo a discutir qual será a próxima vítima? Sim, porque é isso que as pessoas visadas são, vítimas. Está uma pessoa muito bem a ter uma conversa animada ou a deliciar-se com a comida (bom, se calhar isso nunca aconteceu já que os jantares da faculdade são sempre em sítios rascas) quando ouve o seu nome começar a ser gritado no outro lado da mesa.

Eu: “Então mas tu não ias…”
O outro lado da mesa: “E se o excelentíssimo quer ser cá da malta..."
Eu: “…”

Mas o pior é que eu não gosto de beber álcool, simplesmente porque me sabe melhor beber outras coisas, logo tenho sempre de ouvir esta musiquinha e dizer:

Eu: “Epá, vocês já sabem que eu não bebo”

Escusado será dizer que depois tenho de ouvir uma, ou eventualmente as duas, das seguintes frases:

Os do outro lado da mesa: “Tens a pila murcha”
Os do lado cá da mesa: “Cheiras a leitinho”

Não que me irrite ouvir estas belas frases mas também não acho grande piada porque, simplesmente, não tem. Já partilhei esta minha angústia com uma amiga minha a meio do último jantar e consegui fazê-la constatar que realmente o nosso grupo canta em exagero. Ao partilhar isto com o meu amigo mais, digamos, animado este respondeu-me que era só para “o pessoal começar a embebedar-se”. Sim, realmente é uma maneira eficiente de começar a embebedar as pessoas porque eu tenho constatado que resulta sempre em muita alegria. Mas, para que é que eu quero ver toda gente bêbada à minha volta? Não percebo.

O JP Simões já perdeu a esperança na sua geração. Por exemplo, na música "1970 (Retrato)" diz:

"A minha geração já se calou, já se perdeu, já amuou, já se cansou, desapareceu ou então casou, ou então mudou, ou então morreu, já se acabou."

Mas eu ainda não perdi esperança na minha geração, a geração das saídas à noite, até porque, eu próprio represento duas das piores características de todas as gerações: o dizer mal por tudo e por nada, como se viu neste post, e a preguiça. A preguiça de mudar. A preguiça de tomar a iniciativa. A preguiça de escrever no blog. A preguiça de ir estudar porque tenho um exame às 17. A preguiça de acordar cedo. A preguiça de terminar este post. A preguiça de não terminar este post. A preguiça de pensar numa forma engraçada de acabar este post.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Eternal Sunshine of the Spotless Mind

Tive ontem à noite a revê-lo, acho que é o meu filme preferido de todos os tempos. A sério, acho que não estou a exagerar. Era capaz de o ver amanhã outra vez. Sou igualzinho ao Joel Barish, a personagem principal, interpretado pelo Jim Carrey (que provou neste filme ser um grande actor).

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Eurovisão

Isto está cada vez melhor. Acabei de ler no blog Sound + Vision que o vocalista da banda de culto Pulp, Jarvis Cocker (que agora tem um álbum a solo), também não se importa de escrever uma canção para o festival da canção, neste caso de 2008 para não competir com o Morrissey. Notícia aqui. Este Morrissey é mesmo um génio, já está a influenciar os seus compatriotas. Mas também já dizem isto. Aquilo está animado para aqueles lados.

sábado, janeiro 13, 2007

The Beach Boys - Pet Sounds

Eu tenho um limite estipulado na minha cabeça de quanto dou por um cd, esse limite é 12 euros. Hoje dei 25 euros por um. Esse álbum é a edição especial comemorativa dos 40 anos do lançamento do Pet Sounds dos Beach Boys. É uma edição muito bonita, com capa de veludo. Tem o álbum, seguido de mais uma música chamada "Hold on to Your Ego"e, novamente, o album mas em stereo (bem bonito). Tem também um dvd e tem um livrinho. O Livrinho explica o processo de fazer o Pet Sounds e tem também algumas curiosidades como a de que o Brian Wilson ao ouvir o Rubber Soul (1965) dos Beatles ter se sentido tentado a fazer melhor e por isso ter começado a trabalhar nas canções do Pet Sounds e a de, o produtor dos Beatles, dizer que sem este album nunca teria sido possível o Sgt. Peppers (1967). Bons anos para a música, ainda para mais com o Revolver (1966) dos Beatles também metido ao barulho. 4 álbuns lindíssimos e... geniais.

Estou muito contente com a compra.

Ah, adorei esta frase que está no dito livrinho:


"No one is educated musically until they've heard Pet Sounds." - Sir Paul McCartney

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Thom Yorke - The Clock

Como eu gosto muito de vocês (mais de uns do que de outros) tomem lá:



Para quem conhece a versão do álbum, que é exclusivamente electrónica, é mais impressionante mas mesmo quem não conhece é aconselhado a ver. É um génio este Thom Yorke.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Morrissey

Ainda tou um pouco surpreendido com a notícia. Mas o Morrissey é assim, consegue surpreender tudo e todos. Desta vez é porque talvez vá participar no Festival da Eurovisão da canção a representar o Reino Unido. A ideia surgiu porque a participação do Reino Unido o ano passado foi uma desgraça e, segundo ele: "I was horrified but not surprised to see the UK fail, Why didn't they ask me?". É doido, mas é isso que lhe dá piada. Adora fazer o que as pessoas menos esperam dele. Se isto for para a frente vai ser estranho vê-lo mas terá, também, imensa graça. Vamos esperar para ver. Se quiserem ler a notícia é aqui.

domingo, janeiro 07, 2007

Of Montreal - The Bedside Drama: A Petite Tragedy

Tenho de dizer isto. Este álbum é genial, absolutamente genial. E tem a sequência de 4 músicas mais bonitas e tristes de sempre (talvez um ligeiro exagero nesta frase):

12- My Darling, I've Forgotten

Your charms have become less charming
Your sweetness decreases everyday
My dear darling, I've forgotten what I saw in you.

13- You Feel You Must Go, Don't Go
How could I lose you so fast?
How come our love did not last?
How come I waited my whole lonely life for you,
just for you to leave me lonely too?

14- Just Recently Lost Something of Importance
Look who's talking to their shadow
like one who hasn't got a friend
Like somebody with a broken heart
that is never gonna mend

15- The Hollow Room
All the devils in the world couldn't
think up a more painful thing than to be in love
with someone who doesn't love you back.

Principalmente a "My Darling, I've Forgotten" que já fiz duas pessoas adorarem, ainda que num dos casos não tenha sido reconhecido à primeira mas sei que agora é.

Era isto.

sábado, janeiro 06, 2007

Uma semana, duas séries

Pois bem, venho vos falar de duas séries que começam esta semana.

Prison Break
Não sei se já viram. Se ainda não viram, aconselho vivamente a verem. Ainda só vi até meio e chega e sobra para perceber que é uma grande série. Trata-se, como o nome indica, de uma fuga da prisão, um irmão que vai propositadamente para a prisão para salvar o irmão mais velho que, ainda que inocente, está no "corredor da morte". Vejam, a sério, não se vão arrepender. Começa amanhã, domingo, às 14:55 na RTP.

House - série 3
Este já não percisa de apresentações. Eu as outra séries já as acompanhava na Fox mas esta vai ser uma estreia. Estou em pulgas, caramba.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Dead Combo

A 30 de Janeiro a abrir para Howe Gelb. Será que é desta que eu os vejo ao vivo? Espero que sim. Não conheço nada do Howe Gelb, para além do nome, mas sou pessoa para pagar os 15 euros só para ver os Dead Combo, o Howe vem por acréscimo.

Noite de estudo (2)

Mais uma noite de estudo e mais uma mão cheia de bons albuns ouvidos. Sendo que 4 deles são instrumentais e dois deles portugueses.


Guilherme Canhão - '86

Álbum português, instrumental. Nada de especial. Destaque para a música Renault 5, essa sim, muito boa. Se estão curiosos façam o download da música ou, se quiserem, do álbum completo aqui (a editora e ele fornecem o álbum na net).

Explosions in the Sky - The Earth Is Not a Cold Dead Place

Gostei, tem bons momentos. Nada de por aí além mas engraçado.

John Coltrane - A Love Supreme

Gosto bastante deste álbum. Sinto-me tentado a explorar o Jazz.

Chico Buarque - Construção

A primeira vez que ouvi Chico Buarque. Gostei imenso, está cheio de orquestrações interessantes. Não percebi as comparações com o álbum do JP Simões, suponho que, sendo este álbum de 1971, se tenha transformado ao longo dos anos e que é a esse Chico Buarque actual que o JP Simões se assemelha. Vou, com certeza, voltar a ouvir.

Bernardo Sassetti - Alice
Mais uma grande falha minha que ficou colmatada hoje. Lindíssimo. Perfeito para estas noites.
Estas noites fazem-me bem. Boa noite.
Edit: Agora que estou a ouvir outra vez o álbum do JP Simões tenho de concordar que se assemelha bastante ao Buarque. Retiro, portanto, o que disse inicialmente.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Noite de estudo

São quase 4 da manhã. Não me lembro de alguma vez ter estudado até tarde mas hoje estou a fazer isso mesmo e está me a saber bem. A casa está em silêncio, estou apenas eu com a minha música e os apontamentos de Biologia Celular. É claro que a música está a condizer com a ocasião. Estes foram os álbuns que ouvi (por ordem de audição):

John Coltrane - A Love Supreme

Ouvi pela primeira vez este álbum hoje e gostei bastante. Tanto que tocou uma segunda vez no final da noite.


Dead Combo - Quando A Alma Não É Pequena - Vol. II

Um dos melhores albuns de 2006. E é português.


Vivaldi - The Four Seasons - Hamburg Chamber Orchestra

Não é esta a capa do album que aqui tenho mas faz de conta. Apetecia-me ouvir música clássica. Foi um dos cd's que encontrei aqui por casa.

Carlos Paredes - O Melhor de Carlos Paredes


Não ouvi o album por inteiro. É verdade que o senhor é muito bom mas ouvir um álbum inteiro é cansativo. Destaque para a música "Canção Verdes Anos" que usei num trabalho de Português para acompanhar um poema e que ficou muito bem, mas que, infelizmente, não foi reconhecido com uma boa nota. Tive a fazer umas pesquisas mas não encontro o poema. Amanhã, com mais tempo, talvez encontre.

Amanhã há mais. Boa Noite.

terça-feira, janeiro 02, 2007

2006 --> 2007

É com alegria que vejo 2006 acabar. É verdade, 2006 foi um ano mau, começou muito mal e acabou mal. Lá para o meio foi médio fraco. Mas 2007 correrá melhor, com certeza. Primeiro, porque é difícil ser pior. Segundo, porque tenho a certeza que será melhor.

Mas nem tudo foi mau em 2006. E como prova disso irei fazer o meu top 10 de melhores álbuns de 2006. Vou por os 5 primeiros por ordem alfabética e os 5 seguintes também por ordem alfabética, para diminuir as hipóteses de ficar com pena da posição dos álbuns.

Os 5 primeiros lugares vão para:

Clap Your Hands Say Yeah – “Clap Your Hands Say Yeah”
Dead Combo – “Quando a Alma não é pequena – Vol. II”
Final Fantasy – “He Poos Clouds”
Morrissey – “Ringleader of the Tormentors”
The Strokes – “First Impressions of Earth”

E os 5 seguintes para:

Jens Lekman – “Oh, You’re So Silent Jens”
Sonic Youth – “Rather Ripped”
Sparklehorse - "Dreamt For Light Years In The Belly Of A Mountain"
Thom Yorke – “The Eraser”
TV on the Radio - "Return To Cookie Mountain"

Espero não me estar a esquecer de nenhum.

Para 2007, gostaria de destacar o muito bom novo álbum dos Shins que já anda por aqui pela net e o novo dos Of Montreal que, pelas primeiras audições, não parece estar ao nível de algumas coisas que eles já fizeram, mas não quero tirar grandes conclusões antes de o ouvir melhor.

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Bom Natal

Um vídeo natalício para vocês do filme "The Nightmare Before Christmas" do Tim Burton. Música lindíssima e letra fenomenal, principalmente no contexto do filme, mas óptima para quem não viu o filme também.



Aconselhava-vos também a dar a uma vista de olhos a este vídeo que, infelizmente, quem pôs no YouTube não permite que seja postado. A música é a "Little Saint Nick" dos Beach Boys, tenho-a aqui no Pc com melhor qualidade e a começar quase 20 segundos antes, se alguém quiser é só pedir.
Bom Natal

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Gisela do Masterplan

Mais uma vez o You Tube mostrou ser essencial para uma vida normal. Quem não se lembra da Gisela do Masterplan? É claro que eu lembrava-me bem dela mas, infelizmente, já não me lembrava deste momento. Um dos melhores momentos da televisão em Portugal, diga-se. Um momento repleto de pérolas, um momento em que cada minuto é vivido de forma intensa e verdadeira. Vejam que vale bem a pena. Mesmo. Mesmo.
Só um cheirinho do que podem encontrar no video:
Vindo do nada:
- Olha, eu gosto de sexo, tu não.
- Diz mais alguma vez que não gosto de sexo e dou-te assim um murro na tromba!
- Então dá!
- Então diz lá!
- Não gostas de sexo!
Pimba (soco na cara)

terça-feira, dezembro 12, 2006

Adeus, depressão. Olá, felicidade.



Se uma pessoa se deprime demais acaba a não dar atenção às outras pessoas. Estou farto deste sentimento de depressão, não me leva a lado nenhum. Alegria é o que é preciso. Acho que se pensar que estou feliz acabo por ficar feliz. Ainda por cima eu, que quero morrer cedo (até ser útil, vá), tenho de aproveitar enquanto dura.

Vamos lá pequenada!

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Morrissey - Seasick, Yet Still Docked

Nestes últimos dias esta música está a soar tão verdadeira. É, sem dúvida, a melhor música do Morrissey a solo e, agora que descobri este vídeo, é também o melhor vídeo-clip que já vi na minha vida. Acho que é humanamente impossível ficar indiferente à letra desta música. E não digo isto só porque me está a soar verdadeira, sempre achei a letra desta música fantástica. Mas é claro, quando isto exprime tão bem os sentimentos de uma pessoa em determinado momento, é de deixar uma pessoa sem palavras e com uma (duas, três) lágrima(s) no canto do olho.

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Yo La Tengo @ Aula Magna


Como quase sempre, a curiosidade levou-me a mais um concerto. Quase todos os concertos a que vou é por curiosidade, não por conhecer/gostar realmente da banda, e tenho me saído bem. Um concerto para o qual tinha expectativas bastante altas, visto que o meu irmão os viu recentemente em Bruxelas e já me tinha dito que o concerto tinha sido "do caralho", e a verdade é que as minhas expectativas vieram a confirmar-se. Um concerto que primou pela variedade, visto que eles passam de uma música com mais de 5 minutos de distorção de guitarra para uma música alegre e animada. Passaram até por uma música de natal no 1º encore (foram 3 no total). Daí ter demorado mais de 2 horas. :) É claro que, com tanto tempo de concerto, tiveram disponibilidade para tocar umas covers, entre as quais: "Little Honda" dos Beach Boys (cover que se encontra no album I Can Hear The Heart Beating As One mas que mesmo assim não reconheci), a pedido de um espectador, e, no 3º encore e para terminar o concerto, "I Found A Reason" dos Velvet Underground (que também não reconheci, visto ser de um álbum que nunca ouvi muito). Ficou a faltar a música "Sugarcube" (facto para o qual eu já estava avisado) mas não se pode ter tudo. Se estiverem interessados em ler uma crítica ao concerto a sério clickem aqui que eu vou passar a coisas sérias.

As coisinhas que eu gosto sempre de comentar:

1- Adorei o facto de ninguém se ter levantado durante as músicas, se bem que havia um gajo nos doutorais que parecia que ia saltar da cadeira;
2- Também adorei o facto de o vocalista ter logo dito logo de princípio que dentro dos gritos entre músicas "ehs" podia ser mas comentários eram dispensáveis. Não podia estar mais de acordo.
3- Havia lá duas senhoras com os seus 70 anos (quem foi ao concerto não me deixa mentir) mesmo à minha frente a "abanar o capacete" com a malta jovem agora diz e a bater palmas à velha (é um tipo de bater palmas em que as duas mãos ficam exactamente uma encostada à outra aquando do impacto) ao som da primeira saída deles de palco;
4- Quando o vocalista comentava que o chão era muito escorregadio ouvi um comentário vindo da fila de trás que não gostei: "Não usasses All Star." quando eu estava com os meus mesmo ali à frente...;
5- E claro houve, o que já é um clássico nestes concertos, "Shiu" para os espertinhos que sentem a necessidade de preencher o silêncio.

E mais uma vez se provou que a Aula Magna é uma grande sala de espectáculos.